The 100

Desde que comecei a trabalhar por turnos que o tempo livre tem sido pouco ou insuficiente para o que eu desejaria!. Ainda me encontro num período de integração, o que inclui adaptar-me igualmente a um novo padrão de sono!. Creio que esteja a ter sucesso ao conciliar a minha vida profissional e pessoal. O blogue é que já teve os seus melhores dias, o que pretendo reverter o quanto antes. Nos entretantos, tenho vindo a acompanhar uma nova série por recomendação do maior nerd de todos os tempos : o papa-séries do meu namorado.
A série The 100 nunca seria uma escolha minha pelo trailer. Ainda assim, dei-lhe uma oportunidade por insistência dele.
A série retrata o fim da vida na terra, pelo que durante 96 anos a espécie humana habita no espaço em união e segundo regras restritivas que lhes permitem manter a sobrevivência no espaço (!) Ao se prever um prazo de viabilidade para a manutenção dos níveis de oxigénio, cem jovens - tidos como deliquentes ou foras da lei - são enviados para a Terra. Pretendia-se saber se a mesma seria habitável depois de uma explosão de radiação a ter destruído.
Este é, portanto, o argumento essencial da série. A primeira temporada acompanha a chegada do grupo ao solo e as adversidades que os fazem acompanhar, pois afinal não estão sozinhos como pensavam e se defrontam com os chamados "Grounders".
As restantes temporadas traduzem-se num continuar de uma luta pela sobrevivência, à qual se juntam os restantes elementos da arca espacial. É até difícil descrever o culminar de tantos episódios! Contudo, em todos eles se destacam personagens femininas em posições de liderança, bem como se procede a uma evolução das personagens a cada nova temporada. Não há maus nem bons da fita. Há escolhas e contextos. E este é o grande ponto positivo da série (!). É uma série detalhista, com muitas personagens, tendencialmente direccionada para o público mais jovem, e por vezes, pesada. Os episódios são longos (cerca de 40 min), pelo que é uma série para se ir assistindo com calma e intervalada com outra mais leve. Uma comédia, talvez.
Ainda assim, é uma série que recomendo pela sua intensidade e se encontrar bem classificada (7,8/10 pelo IMDb). Ainda me encontro na quarta de cinco temporadas, e até então a minha personagem preferida é Olivia Blake pela sua metamorfose (!). Começou por ser um dos elementos mais frágeis e sensíveis do grupo, mas tornou-se numa guerreira sem igual. Apaixonou-se por um Grounder - Lincoln, o que a manteve curiosa pela sua cultura. Aprendeu a falar a sua língua e a lutar pelas suas convicções. Sei que as próximas temporadas lhe darão mais destaque, pelo que irei manter-me cativa na continuidade desta série.

4 comentários:

  1. Olá!
    Lancei em Maio deste ano o meu primeiro livro "Tudo o que Sempre Quis", um livro que conta a história de 5 jovens que se perderam algures na estrada da vida e o destino junta-os numa pequena vila à beira-mar, levando-os a enfrentarem os seus fantasmas do passado. Uma história sobre os erros que cometemos, as consequências e as 2as oportunidades mas acima de tudo sobre o amor, a amizade verdadeira, a lealdade, a nossa família e o que fazemos pelas pessoas que mais amamos.
    Hoje, partilho contigo o meu novo blog! Para alguém do blog pessoal que já tinha (The Choice) criei um novo onde partilho o meu percurso enquanto recém-escritora!
    Espero que gostes, espero por ti em: https://anaritacorreiawriter.blogspot.com/

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    1. Olá Rita, irei passar pelo teu blogue e dar a conhecer o teu percurso.
      Contudo, que tal leres a publicação na qual comentas? Ahah.

      Para efeitos de divulgação e convites, tenho o meu email para o qual poderás sempre encaminhar o que desejares: juvibesblog@outlool.com

      Beijinho.

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  2. Conheço a série, vi as duas temporadas mas tenho de voltar para me atualizar :)
    Gostei da sugestão!

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    1. Não é uma série fácil de ver. Vai conquistando... Há uma altura em que até enjoa, mas depois volta ao activo!

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