Mamma Mia, here we go again!

Esta semana fui ao cinema com a minha irmã e uma amiga. Desde a estreia do filme que ambas queríamos ver esta segunda sequela, não tivéssemos gostado tanto do primeiro filme há dez anos atrás (!). Recordo-me bem de o ver numa sala de cinema e de ter dançado no fim com algumas gravações exclusivas! Não fui a única, acreditem!. As músicas, que todos nós conhecemos, arrebataram muitos corações e isso foi meio caminho para o sucesso do filme, a par da participação incrível e inesperada de Meryl Streep!, bem como de outros atores que nunca tinham exposto a sua voz ao cantar. Sei que na época gostei particularmente do ambiente sonhador e romântico, que apenas os amantes de musicais poderão verdadeiramente apreciar. Caso contrário, verão este filme com um sorriso malandro no canto da boca pela superficialidade com que os diálogos terminam em músicas. Faz parte do conceito e a ideia é sonhar com esse mundo ideal.
As paisagens incríveis das ilhas gregas são também elas o que mais cativa o expectador. Talvez venha daí a minha vontade de ir um dia à Grécia com alguém especial em modo de lua de mel.
Em resumo, as expectativas eram altas para esta continuação. Sabia, pelas breves pesquisas online, que as opiniões eram ímpares. Havia quem tivesse gostado e quem tivesse criticado fortemente o facto de a nossa querida atriz favorita - acredito que também gostem dela! - não ter um papel tão central como anteriormente. Desta vez o protagonismo é divido pela dupla maravilhosa de Amanda Seyfried e por Lily James, sendo que esta última surpreendeu pelos seus dotes musicais.
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Assiste ao trailer aqui.

🎬 Sem querer dar spoilers, Donna (Meryl Streep) falece, sendo o motivo uma incógnita, pelo que a sua filha tem como missão renovar o hotel que a mãe construiu sozinha de raiz (...). O filme centra-se cronologicamente no passado, isto é, quando a Donna de vinte anos - logo após terminar a faculdade - se decide a mudar de continente e a permanecer na Grécia, mais concretamente nas ilhas. Nesse verão de aventura tem, como sabido, três paixões, umas mais intensas que outras, e daí o dilema resultante de quem será o pai da filha.
As especulações mantêm-se (...)! O que difere neste segundo filme é o facto de se dar a conhecer melhor o antes, de como tudo aconteceu.
O que não muda é a componente cómica sempre presente, balançada com momentos mais comoventes que reforçam a importância do laço entre mãe e filha. Contudo, há alguns erros hilariantes no planeamento do filme. E então não é que ressuscistaram a mãe de Donna (protagonizada por Cher) e alteraram a ordem com que Donna conheceu os três possíveis pais da sua filha, bem como a sua aparência!?
A própria Donna mudou de cor de olhos! Ahah! Ainda assim, é perdoável, porque o filme está bem conseguido.

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